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19 April 2013 @ 03:54 am
Mais Drug and Drop: o capítulo 13, quadro a quadro  
Obviamente eu não vou me focar em plot nem em nada, mas sim no melhor ship do mundo nesse exato momento (until someone loses an eye) (wait)



Vamos começar essa análise pelo ponto mais importante:

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Esse quadro é no ponto de vista do Rikuou, okay. Sou eu, ou essas bolhinhas são uma versão ligeiramente mais máscula das grandes flores e bolhas vistas em torno dos amados das heroínas de mangás shoujo? Deixo com vocês a reflexão.


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O Rikuou é muito tonto apaixonado hahahahahah Quanto tempo eles passaram longe? Não lembro. Mas foi o bastante pra ele sentir uma saudade fodida, olha a mãozinha ansiosa, olha a boquinha de saudade fodida ali.



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CARINHO AMOR CONTATO FÍSICO AFAGO LAMBIDA



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Mais afagos. O Rikuou adora o cabelo do Kazahaya, né? No terceiro volume ele fala tipo "claro e macio" ou coisa assim.
E "parecer um idiota" é "ser o homem mais bonito que eu já vi em toda minha vida socorro meus olhos sangram me salva me beija" em rikuonês.



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Reparem que ele tira o braço no que parece ser a velocidade da luz, mas não se preocupa muito em levantar. "TAVA TE ASSISTINDO DORMIR E DAÍÍÍ ME PROCEEEESSA"



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TODO MUNDO CANTANDO COMIGO!




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E AÍ, BROTHER, DE BOWIE? NO SOSSEGO DAS QUEBRADA? TÁ MANJANDO QUE TE AMO?

(volto a esse tema logo mais)



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"Eu tambpem vou ganhar carinho e afago? Ai, gente, tou tão precisado, tão ferido, machucado, sozinho, sem olho"



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BITCH SLAP

Acho uma representação importante da intimidade física deles. É tipo o soco KuroFay, só que menos problemático e mais doce e, muito provavelmente, mais fraco. Bater em gente ferida, taí um fetiche e tanto.



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Nada que eu escreva aqui vai se comparar ao tanto de amor que tem na cara desse menino.



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Missão após missão o Kazahaya sempre terminava nos braços do Rikuou, era uma regra inviolável. Continua sendo rigorosamente cumprida. No caso o Kazahaya não está vestido de mulher, mas tudo bem.



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É interessante também porque o Kazahaya e o Rikuou resolveram separados suas questões românticas, nos últimos capítulos. Cada um caiu na real no seu canto, o Kazahaya amadureceu muito nesse processo, o Rikuou também. O Kazahaya percebeu e admitiu que amava muito, E LEVOU UMA ETERNIDADE PRA ISSO JESUS AMADO. O Rikuou (me parece) sempre esteve bem mais consciente dos próprios sentimentos, embora deixasse isso pra lá por ser Um Homem Com Uma Missão etc etc, então o processo dele foi mais de aceitar que as coisas já tinham ido longe demais pra fingir que não havia nada.

De qualquer forma, quando eles se reencontram, não só pararam de fingir pra si mesmos, como desencanaram completamente de qualquer distância um com o outro. É carinho, é tapa, é abraço, é fofura. É como se um sempre tivesse sido parte do outro; assumir uma postura pra si mesmo inclui assumir para o outro também, porque eles são a mesma coisa.



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Vamos concordar que devia estar doendo pra porra.



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NÃO SE PENDURE DO HOMEM FERIDO PORÉM ESTOU RETRIBUINDO O ABRAÇO COM OS DOIS BRAÇOS MÃO NO CABELO FOFURA E TUDO QUE EU POSSO TE DAR DE CARINHO COM TODOS ESSES FERIMENTOS E DORES NO CORAÇÃO E TRIVIA: NÃO TENHO MAIS VISÃO PERIFÉRICA NEM POSSO ASSISTIR FILME 3D


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O Kazahaya respondendo muito adoravelmente me lembrou o Seichiiro falando com a Karen, em X. Se você sai se machucando, pra sair morrendo é um pulo, galerë tem que pensar duas vezes antes de sair por aí se sacrificando que nem doido sendo que alguém no mundo tem amor por elas etc. Acho lindo.



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Tem mais coisas no capítulo mas terminarei por aqui por queFiquei muito intrigada com esse quadro. Se ele nunca conviveu com ninguém a não ser a Kei, de onde veio essa consciência toda sobre morte? Dos livros de Harry Potter?

Ou vai ver a Kei tá morta, se pá. xxxHolic Kei também morreu. Hmmmm.


Agora é torcer pra continuar assim, lindo e gay e com todo mundo quase vivo. Amém.


OTP
 
 
mood: jubilantjubilant
 
 
 
Darkonix / Myckedarkonix on April 19th, 2013 08:53 pm (UTC)
Análise mais fofa do mundo, me fez perceber muitos detalhes que minha deficiência em entender comunicação não-verbal não me permite ver. Sobre a percepção de morte do Kazahaya, não acha que ela é meio distante? Tipo, como alguém que nunca passou pela morte de alguém próximo, mas que conhece o conceito de morte e sabe que a pessoa deixa de existir, o que faz ele que tenha um medo teórico de que isso aconteça?
Dri: Alice Torchwooddripepper on April 20th, 2013 12:01 am (UTC)
Sim, é bem possível, por isso mencionei o Harry Potter. Na verdade é meio difícil saber porque por um lado ele diz que não tinha ninguém em volta, por outro ele parece ter tido professores ou coisa parecida?